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Restaurante

 

Em 1758, na Rua de Santo António da Sé – Lisboa, nasce o número 18. Um edifício projectado pelo Marquês de Pombal que, após o grande terramoto de Lisboa, reconstruiu toda a baixa Lisboeta. Nasce assim uma das cavalariças do Marquês na cidade.

Anos mais tarde, este espaço é adaptado para uma mercearia e depois uma casa de Fados.

Em 2015, após obras de restauro e preservação, nasce o D. Afonso o Gordo.

D. Afonso um Gordo é um restaurante caracterizado pela sua imponente sala, onde pode-se admirar as suas paredes originais com o “tijolinho” vermelho e os arcos característicos da época. Através de um jogo estudado de luzes, das velas e das características únicas da sala, vive-se um ambiente romântico e medieval.

Uma sala que, apesar de extensa (capacidade para 120 lugares sentados), não esquece o acolhimentos e intimidade que se pretende numa refeição.

A cozinha caracteriza-se por típica portuguesa. Uma cozinha que explora os sabores mais antigos da gastronomia nacional como o Leitão da Bairrada e o Bacalhau.

O Leitão da Bairrada é uma das especialidades da casa. A receita foi ensinada pelo Mestre Assador Ricardo Nogueira e é seguida religiosamente desde a escolha da matéria prima até chegar à mesa.

O Fado é uma constante no nosso restaurante pois representa Lisboa e a cultura de Portugal. Às Terças, Quartas, Quintas, Sextas, Sabados e Domingos acontece ao Vivo com vozes jovens e que proporcionam noites diferentes e cheias de magia para serem apreciadas numa refeição relaxada e sem horas.

D. Afonso II – o Gordoafonso

D. Afonso II, neto de D. Afonso Henriques, foi um dos mais importantes reis na história de Portugal. Foi graças às suas reformas e leis que unificou na época o reino.

Citamos uma forma diferente de contar a história deste rei:

“O Gordo, gordalhufo, badocha…

Nasceu no ano em que seu avô morreu, 1185. Começou a ser Rei em 1211, com 26 anos. Começou bem, pode-se dizer, andando uns tempos à chapada com as irmãs mais velhas, Mafalda, Teresa e Sancha. Parece que já era hábito de família andarem todos às turras. Isto aconteceu porque o papá tinha dito às manas que teriam o título de rainhas e até lhes tinha concedido uns castelos no reino, mas o mano Afonso não achava piada nenhuma àquilo de ter as manas a atrapalhar por isso mandou-as ou para fora do território ou para um mosteiro onde podiam descansar a pele e tomar uns banhos num spa.

UrracaEm 1208, casou-se com D. Urraca de Castela, filha dos reis de Castela e neta do Rei de Inglaterra Henrique II. Como podem ver pela imagem, não veio muito contente morar para Portugal, provavelmente por inveja das irmãs e irmão todos Rainhas e Rei de territórios muito maiores. Teve cinco filhos, entre os quais 2 futuros Reis. D. Afonso, para além destes cinco, que se saiba teve mais dois bastardos. Bem mais calminhos que os antecessores!

Ao contrário do pai e do avô, não lhe apeteceu nada andar à chapada com os vizinhos, acabando por perder a dada altura Alcácer do Sal para os Mouros, mas depois pediu ajuda a uns cruzados para a reconquistar e a zona passou a ser quartel general da Ordem de Santiago.

Em vez da conquista, preferiu dedicar-se à organização económica e social do reino. As primeiras leis do país foram feitas por ele, relativas à propriedade privada, ao direito civil e à cunhagem de moeda. Também mandou embaixadas a outros países da Europa para estabelecer tratos comerciais.

Tentou fazer uma reforma da igreja dentro de Portugal, procurando desviar alguns fundos da dita para os cofres nacionais. Esta atitude deu origem a um conflito diplomático entre o Papado e Portugal, e assim foi excomungado pelo Papa Honório III. Apesar dos esforços para remediar a situação, acabou por morrer excomungado em 1223. Foi substituído pelo filho D. Sancho II (como o avô) mais uma prova de originalidade na família!”

By: Blogue O Contador da História…